domingo, 25 de setembro de 2016

AVAL P1 FILOS 3TRIM 2016

EQUIPE 11

PERGUNTA
GABRIELA CORREIA

RESPONDE
ERICA KIMBERLY

COMENTAM
DEMAIS INTEGRANTES DA EQUIPE

FONTES (livro, capítulo, página, parágrafo, endereço (s)na WEB com título do artigo ou texto pesquisado, página, parágrafo, dia do acesso).

4 comentários:

  1. Na historia da filosofia da linguagem, considerou-se as afirmações da linguagem que tinham como função descrever o que acontece. O filosofo John Austin, questionou o papel da linguagem,duvidou que as afirmações servissem apenas para descrever o estado das coisas. Austin elaborou a teoria dos Atos de Fala, defendendo que existem também na linguagem atos performativos, os quais não relatam nada. Com isso responda o que são Atos Performativos ou Atos de Fala e cite os três grupos.
    Apostila do SAS pagina:68, segundo paragrafo.

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  2. Os atos performativos ou atos de fala são comumente lidos em primeira pessoa do singular (eu), no presente do indicativo, na voz ativa, na forma afirmativa e quando pronunciados, realizam ação. Ex. "Eu te perdoo", "Eu te comunico", "Eu te conto". Resumindo, com atos da fala, dizer é fazer.
    E com isso Austin dividiu os atos em: Atos Locucionários (cuidam da dimensão linguística), Atos Ilocucionários ( núcleo da fala, força ilocucionária, como contexto e intenção) e Atos Perlocucionários (consequências dos resultados ou dos efeitos alcançados pelo ato).
    Apostila Filosofia e Sociologia, da 3ª série do ensino médio, na página 68, a partir do quarto parágrafo.

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  3. Complementando a pergunta.
    A palavra Fala é um substantivo feminino e é ato ou efeito de falar.
    Na tradição judaico-cristã, a linguagem é constituída de uma força criadora; para que o mundo passasse a existir.
    Por exemplo, bastou que Deus verbalizasse a ação de criar o mundo. "Faça-se", foi a palavra suficiente para que se desse a ação,tal como aparece no livro Gênesis, da Bíblia.

    Pesquisas: Dicionário e apostila SAS página 68.

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  4. John Searle(1932), filósofo norte-americano, aluno de J. Austin, estudou e reformulou o conceito dos atos ilocucionários. Em sua análise Searle estabelece o seguinte: Falar que um orador profere uma sentença e quer dizer o que ele diz é dizer que as três condições seguintes foram satisfeitas:
    a) o orador tem uma intenção que sua declaração produza no ouvinte a consciência de que o estado de coisas que corresponde a obtém que,
    b) o orador tenciona produzir esta conscientização por meio do reconhecimento da intenção e que,
    c) o orador pretende que esta intenção seja reconhecida em virtude das regras que regem os elementos da sentença.
    A fórmula"x conta como y" é aqui aplicada dessa forma:
    Um certo áudio-acústico evento conta como um enunciado com significado de uma sentença a medida em que as três condições acima são satisfeitas.
    Searle vai mais longe do que Austin no fornecimento de teoria geral dos atos da fala não só o quadro geral é necessário para uma teoria, mas também uma especificação mais rica e detalhada das estruturas dos atos de fala nele próprio.
    Pesquisa: apostila SAS página 68 e Wikipédia:pt.m.wikipedia.org/wiki/John_Searle parte filosofia parágrafo 10
    Aluna: Suellen Schober

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