terça-feira, 30 de agosto de 2016

AVAL P1 FILOS 3TRIM. 2016

EQUIPE -4

PERGUNTA
LUIZA WAGNER

RESPONDE
LETÍCIA FLORES

COMENTAM
DEMAIS INTEGRANTES DA EQUIPE

FONTES (livro, capítulo, página, parágrafo, endereço (s)na WEB com título do artigo ou texto pesquisado, página, parágrafo, dia do acesso).

4 comentários:

  1. A linguagem é o objeto de estudo dos filósofos há muito tempo, e com esse estudo surgiu a pergunta: a linguagem é natural do ser humano ou é convencional? Responde a pergunta e forneça argumentos que comprovem seu ponto de vista.
    FONTE: apostila de filosofia, capítulo 18
    aluna: Luiza Wagner

    ResponderExcluir
  2. Há quem considere linguagem como algo natural dos homens ou uma convenção social. Um dos filósofos estudados que formou opiniões sobre isso é Platão, para ele a linguagem era considerada um signo composto por três partes, e que alguns signos são convencionais e outros naturais, mas todos têm representações não completas, já que o nome está no mundo sensível e a ideia no inteligível.
    Outro filósofo que argumentou sobre esse assunto é Aristóteles, criando formas de se referir aos seres e algumas usadas até hoje, como qualidade/adjetivo.
    Tenho em mente que a linguagem é algo convencional e ao mesmo tempo natural, pois assim como ela surge naturalmente também é usada como um tratado que usamos diariamente.
    Fonte(s): Apostila de filosofia, aula 18, página 64.

    ResponderExcluir
  3. Além disso,segundo a versão convencionalista, os nomes são criações do arbítrio humano. Assim, cada pessoa pode denominar as coisas como bem lhe convier, não havendo uma relação necessária entre nome e ser (seja uma coisa, objeto ou ação). Esta posição nos leva a um extremo relativismo, pois se os nomes são usados para nos instruir, distinguindo as coisas e informando-nos uns aos outros, a comunicação e o entendimento tornam-se impossíveis. No entanto, é possível se pensar que para cada ser ou ação há um instrumento adequado. Por exemplo, para se cortar algo, não fazemos com o que nos convém, mas com o modo natural de fazê-lo e com o instrumento adequado para cortar. Assim também ocorre com o furar, com o queimar, etc. Sempre se faz segundo imperativos naturais e não de acordo com a fantasia de cada um. Desse modo, falar, que também é uma ação, deveria ser segundo a forma natural e o instrumento adequado para tal.
    Fonte:infoescola

    ResponderExcluir
  4. Para fugir dessa forma de relativismo, Platão entende que os nomes na verdade correspondem às coisas, pois são uma espécie de imitação dos seres. No entanto, como toda imitação, ou seja, não sendo uma cópia perfeita (o que implicaria em ser duas coisas e não um modelo e uma cópia) deve basear-se nos caracteres ou qualidades essenciais a serem imitadas, sem as quais o nome se tornaria imperfeito.O modo natural de fazer os nomes, portanto, deve levar em conta o conhecimento do modelo para se fazer a imitação.
    FONTE: www.joseferreira.com.br/blogs/filosofia/nao-deixe-de-ler/filosofia-da-linguagem/

    ResponderExcluir