domingo, 5 de junho de 2016

AVAL. P1 FILOS. 2TRIM. 2016

EQUIPE - 8

PERGUNTA
ARTHUR SILVEIRA MOREIRA

RESPONDE
HEITOR LEHMKUHL

COMENTAM
DEMAIS INTEGRANTES DA EQUIPE

FONTES (livro, capítulo, página, parágrafo, endereço (s)na WEB com título do artigo ou texto pesquisado, página, parágrafo, dia do acesso).

7 comentários:

  1. Immanuel Kant foi um filósofo prussiano amplamente considerado como o principal filósofo da era moderna. Explique, seguindo a teoria kantiana, a a diferença entre transcendente e transcendental.
    Fonte: Filosofia e Sociologia, modelo SAS. Capítulo 13, página 46, terceiro parágrafo.

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  2. A definição de transcendência remete a teoria do conhecimento de Immanuel Kant, que interpretou esse conceito como sendo algo que está para além das possibilidades humanas do conhecimento propriamente dito. Isto é, algo é transcendente quando não pode ser demonstrado por meio de experiência empírica, apesar de ser possível descreve-lo pela razão. Já o termo transcendental se refere ao conhecimento voltado a compreender os conceitos humanos acerca dos objetos e dos significados a eles atribuídos.
    Fonte: Filosofia e Sociologia, SAS, capitulo 13, página 46, terceiro parágrafo.

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  3. Concordo plenamente com a resposta do meu amigo Heitor e em adição a ela, pode-se afirmar que em contraposição a transcendência, a Imanência, segundo o dicionário de filosofia, se refere à limitação do uso de certos princípios à experiência possível e recusa-se admitir conhecimentos de verdadeira autenticidade que superem todos os limites de experiências parecidas", que é uma definição muito próxima da visão de Kant sobre esse conceito. Por outro lado o filósofo francês Gilles Deleuze descreve o termo como um plano metafísico que contém todas as dualidades concretas, estando limitado apenas pelo seu caráter altamente abstrato.
    Fonte: Filosofia e Sociologia, SAS, aula 13, página 46, quarto parágrafo.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. O conceito de transcendência deve ser reservado para significar a transcendência gnosiológica, ou seja, a transcendência do objecto em relação à consciência e à transcendência ontológico-metafísica, que é a transcendência dos seres não acessíveis a forma alguma de experiência sensível (por exemplo: Deus).
    Transcendental pode referir-se ao transfenomenal, o que está atrás das aparências. O que está para além do escopo quer da razão quer da experiência, mas presumivelmente dentro do campo da religião ou do idealismo subjectivo.
    De uma forma geral, transcendental é o que ultrapassa algo, o que está para além de algo. Está muito relacionado com transcendente, e conforme o significado atribuído a transcendente, assim temos o sentido de transcendental.
    Fonte:http://blog.domingosfaria.net/2009/08/transcendente-e-transcendental.html

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  6. Adicionando a resposta do Heitor, e a aprofundando, a logica transcendental, uma das doutrinas do termo transcendental, é a área que estuda principalmente a origem dos conceitos, ou a priori, que se refere ao pensamento de algum objeto, e não somente ao objeto físico, sendo o intelecto que julga os múltiplos estímulos em uma representação em comum, também há a existência da percepção transcendental, que origina as experiências vividas do homem.
    Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/filosofia/kant-idealismo-transcendental.htm (parágrafos 6 e 7)

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  7. Complementando e simplificando a resposta do Igor, Kant é famoso sobretudo pela elaboração do denominado idealismo transcendental: todos nós trazemos formas e conceitos a priori (aqueles que não vêm da experiência) para a experiência concreta do mundo, os quais seriam de outra forma impossíveis de determinar. A filosofia da natureza e da natureza humana de Kant é historicamente uma das mais determinantes fontes do relativismo conceitual que dominou a vida intelectual do século XX. Além disso, o livro mais lido e mais influente de Kant é a Crítica da Razão Pura (1781). Na primeira crítica, Kant vai mostrar que tempo e espaço são formas fundamentais de percepção (formas da sensibilidade) que existem como ferramentas da mente, mas que só podem ser usadas na experiência, de tal forma que Kant denominou a filosofia crítica de "idealismo transcendental".
    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant (parágrafo 3 e Metafísica e epistemologia de Kant: parágrafos 1, 2 e 8)

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