EQUIPE - 6
PERGUNTA
PERGUNTA
MARIA HELENA DE PINHO
RESPONDE
LETICIA AQUINO
COMENTAM
DEMAIS INTEGRANTES DA EQUIPE
FONTES (livro, capitulo, pagina, paragrafo, endereço (s)na WEB com titulo do artigo ou texto pesquisado, pagina, paragrafo, dia do acesso).
No campo da filosofia, diversas discussões são levantadas acerca das reflexões e deveres éticos e morais de um indivíduo. Immanuel Kant, filósofo prussiano, elaborou teorias fundadas no juízo moral, de valor normativo e intrínseco à razão, que se divide entre os juízos de fato e os de valor. Também conceituou o imperativo categórico, o qual amplifica a validade do dever para qualquer circunstância moral. Posteriormente, Jeremy Bentham fundou a corrente utilitarista, muito influente na área do Direito. Essa também foi seguida, ainda que com certas modificações, por John Stuart Mill e baseia-se em prazeres e felicidade. Compare os pensamentos e princípios de Kant com os do utilitarismo, apontando suas semelhanças e justificando suas diferenças.
ResponderExcluirFonte: Apostila de Filosofia SAS, capítulo 6, páginas 21 e 22.
A principal semelhança entre o juízo moral e o utilitarismo, é a busca pelos princípios morais ideais para a sociedade. Embora, cada uma utilize de uma ação diferente para realiza-lá: para a ética kantiana, a ação será correta se respeitar o imperativo categórico(deveres morais) e para os utilitaristas, se garantir maior quantidade e qualidade de felicidade. Além da diferente visão do princípio moral ideia, vista por Immanuel Kant e Jeremy Bentham. Enquanto Kant considera ideal atingir a maioridade de forma individual, Bentham acredita que o ideal era atingir a felicidade de forma coletiva.
ResponderExcluirFontes:
Apostila de Filosofia SAS, capítulo 6, páginas 21 e 22.
InfoEscola - "Utilitarismo".
Data de acesso: 09/04/2016.
Acesso: www.infoescola.com/etica/utilitarismo
Kant propõe uma medida razoável, para definir a decisão moralmente apropriada quando confluem deveres perfeitos e deveres imperfeitos: os primeiros devem prevalecer sobre os segundos.
ResponderExcluirPara Kant não se deve mentir, ainda que com isso possamos salvar a vida de alguém, onde a perda da vida parece significar um mal maior do que a falta da verdades. A maior dificuldade encontrada é a abdicação do egoísmo, por um bem maior.
Já o Utilitarismo rejeita o egoísmo, opondo-se a que o indivíduo deva perseguir seus próprios interesses, mesmo às custas dos outros, e se opõe também a qualquer teoria ética que considere ações ou tipos de atos como certos ou errados independentemente das conseqüências que eles possam ter.
Fontes:
http://filosofiapereneeuniversal.blogspot.com.br/2013/08/etica-kantiana-x-utilitarismo.html
http://www.cobra.pages.nom.br/ft-utilitarismo.html
Aluna: Lara Ambrósio.
De acordo com Kant, existem três tipos de juízo, o primeiro, classificado como juízo de fato é quando existe apenas uma confirmação do que está acontecendo, como por exemplo, confirmar que o dia está claro. O juízo de valor ocorre quando um avaliação de um fato. Por último, o juízo de moral em que um julgamento é baseado em comportamento e sentimentos mundanos.
ResponderExcluirA partir disso, Kant surge com outra teoria chamada imperativo categórico, dizendo que existe apenas uma forma de agir moralmente e é através da ética humana pois a razão pode ser falha.
O Utilitarismo, uma ação só deve ser realizada se for para promover a tranquilidade de um grande número de pessoas, independente da ética moral de um individuo. De acordo com Bentham, somos movidos por um principio maior de felicidade, a coletiva.
Agora, o que é certo, cabe a cada um de nós, para Kant, a motivação vem da moral e para Bentham, a ação é correta se beneficiar o maior numero de pessoas possíveis, sem importar os meios.
Fontes:
http://criticanarede.com/eti_kant.html
http://www.infoescola.com/etica/utilitarismo/
Apostila de Filosofia SAS, capítulo 6, páginas 21 e 22.
Concordo com a resposta de minha amiga Letícia, porém gostaria de acrescentar que, além de Jeremy Bentham, John Stuart Mill também participou da escola utilitarista. Mill, diferentemente de Bentham, propôs a divisão dos prazeres em prazeres morais e intelectuais e prazeres sensíveis, sendo o primeiro o mais importante.
ResponderExcluirSendo assim, os prazeres relacionados aos sentimentos, nos promovem mais felicidade do que os relacionados ao corpo humano.
Resumindo, segundo a lógica de Kant, a frase ideal seria "Faça para os outros o que gostaria que todos fizessem para todos.". Já para os utilitaristas, a frase ideal seria modificada para "Faça aquilo que traga felicidade ao maior número de pessoas possível".
Fonte(s): Apostila SAS de Filosofia, capítulo 6, páginas 21 e 22.
http://www.oocities.org/~esabio/transgenicos/imperativo_categorico.htm
Acesso em 12/04/2016
Immanuel Kant propôs que o valor moral de uma ação - sem interesses por trás - consiste em sua intenção, não nas consequências que pode trazer. Para ele, apesar de uma ação ter bons resultados, ela pode não ter valor moral.
ResponderExcluirComo citado anteriormente, o utilitarismo - doutrina ética defendida pelos filósofos Jeremy Bentham e John Stuart Mill - é uma teoria que visa responder todas as questões acerca do fazer, admirar e viver em termos da utilidade e da felicidade. Essa doutrina ética possui cinco princípios fundamentais comuns à todas as suas versões. Um deles é o princípio do bem estar máximo, o qual objetiva agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bem estar. Nessa concepção, a ação só será moralmente correta se resultar em felicidade; e condenável se resultar em infelicidade. Logo, essa ideologia pode contrapor-se de várias formas em relação ao juízo kantiano, em razão de ser uma teoria ilusoriamente igualitária, pois busca apenas o prazer individual.
Fonte(s): Apostila SAS de Filosofia, capítulo 6, páginas 21 e 22.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Utilitarismo#Princ.C3.ADpios_fundamentais
http://criticanarede.com/eti_kant.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant#Filosofia_moral
http://filosofiapereneeuniversal.blogspot.com.br/2013/08/etica-kantiana-x-utilitarismo.html