EQUIPE - 12
PERGUNTA
NATASHA FLUCK
RESPONDE
MARIA EDUARDA SELL
COMENTAM
DEMAIS INTEGRANTES DA EQUIPE
FONTES (livro, capitulo, pagina, paragrafo, endereço (s)na WEB com titulo do artigo ou texto pesquisado, pagina, paragrafo, dia do acesso).
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPergunta: David Hume foi um filosofo escocês, que discordava da filosofia cartesiana, argumentando que o conhecimento não é derivado de um processo dedutivo puro do pensamento; e assim ele adotou outra teoria de conhecimento, o empirismo. O que a filosofia empirista defendia?
ResponderExcluirFonte: Apostila de filosofia, aula 8, pagina 27, primeiro parágrafo.
O empirismo afirmava que as pessoas eram como uma folha em branco, e através das experiências elas iam adquirindo conhecimento. O empirismo também enfatizava que apenas teorias não bastavam, teria que ter comprovação por meio das experiências, e apenas se chegava numa resposta final por meio das tentativas e dos erros. Vale ressaltar que a teoria de Locke foi muito importante, e que a maioria dos empiristas a seguiam, ela afirmava que as ideais surgem da experiência externa.
ResponderExcluirMaria Eduarda Barzan Sell
Fonte: http://www.infoescola.com/filosofia/empirismo/
Complementando o comentario da Maria Eduarda Sell, John Locke compara a mente humana com uma tábula rasa ou uma folha em branco, dizia que a nossas ideias passariam a ser formadas a partir do momento em que realizamos experiências. Com essa ideia, Locke tournou-se um dos principais críticos do inatismo. John Locke, além de enfatizar que o nosso conhecimento depende dos dados que são possibilitados pelas nossas sensações, admite também que podemos conhecer através da reflexão.
ResponderExcluirFonte: Apostila do segundo ano (2015)/ Volume 1/ página 16,"o empirismo de John Locke e David Hume", primeiro e segundo parágrafo
Concordo com a resposta da Maria Eduarda Sell, mas quero acrescentar que, Hume destaca dois conceitos para definir o conhecimento : impressões e ideias. Assim, as impressões são mais vívidas e fortes, enquanto as ideias são menos vívidas e fracas.
ResponderExcluir“As impressões são as causas das nossas ideias e não as nossas ideias das nossas impressões”.
Hume acreditava que as ideias eram cópias das impressões, ou seja, a ideia corresponde a uma impressão. Por exemplo, um sereia ou uma montanha de ouro. Portanto, se não ha impressão, não há conhecimento.
Fonte: Apostila do terceiro ano, página 27 e http://filosofianoliceu.blogs.sapo.pt/1797.html
Queria acrescentar que para o empirismo está na experiência a origem de todas as ideias. O principal defensor do empirismo foi John Locke. No seu livro ele escreve que "só a experiência preenche o espírito com ideias". Critica o conceito de que já nascemos com ideias em nossa mente. Para ele, qualquer ideia que temos é adquirido pela experiência. E ele acrescenta que, nossas ideias são um reflexo daquilo que nossos sentidos perceberam do mundo. Já para o irlandês George Berkeley, o mundo não é o que percebemos dele.
ResponderExcluirFonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/empirismo.htm
Obs: a aluna Mariana teve problemas esta semana com a internet, por este motivo, estou postando o comentário dela.
ResponderExcluirComplementando as respostas já dadas, para Hume não basta saber se a ideia é verdadeira, e sim se ela é válida, por um método que, posteriormente, ficou conhecido como o microscópio de Hume, que dizia que para cada ideia é preciso encontrar sua impressão; se não for encontrada, então não é válida, passa a ser apenas uma palavra sem significado real. E é assim que Hume é considerado empirista: as ideias só são válidas para conhecer a realidade de modo seguro quando atreladas à experiência sensível do sujeito com o objeto do conhecimento. Fonte: apostila de filosofia do terceiro ano, página 27 terceiro parágrafo e página 28 primeiro parágrafo
Mariana Boeing